Archive for março 1, 2011


A Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos fará um campanha para alertar adolescentes e jovens sobre os malefícios do Narguile, bem como divulgar a recente lei aprovada na Câmara que proíbe o comércio do produto, acessórios, essências a menores. A proposta sancionada pelo Executivo, foi idealizada pelo vereador Willians do Gás (PPS).

Segundo o secretário de Saúde, Raul Cunha, a campanha terá folders informativos que serão distribuídos em lugares com grande concentração de jovens e adolescentes, como escolas, academias de ginástica e lanchonetes, por exemplo. E outro público a ser atingido são os pais.

“Além dos males muito grandes e irreversíveis, o narguile causa dependência. Porém, se vê muito por ai os jovens colocando bebidas alcoólicas e outras substâncias junto da essência e da água. O que além de potencializar o efeito nocivo ao nosso organismo, pode ser utilizado como uma forma do consumo de drogas que passa despercebida pelos familiares”, declarou Cunha.

Brasília – A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) lançou na última sexta-feira, no Rio de Janeiro, a Campanha de Carnaval para o Enfrentamento da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes.

O evento, que contou com o apoio do Ministério do Turismo (MTur), iniciou uma mobilização permanente que terá ações ao longo de todo o ano para proteger as crianças. Na ocasião, a ministra dos Direitos Humanos, Maria do Rosário, a apresentadora Xuxa Meneghel e outras autoridades dos governos federal, estadual e municipal, além das entidades parceiras da campanha, apresentarão as peças e o conceito da mobilização.

A campanha, de caráter nacional, estará presente em blocos de carnaval e nos aeroportos de 17 capitais brasileiras: Rio de Janeiro, São Paulo, Recife, Salvador, Vitória, Belo Horizonte, Cuiabá, Natal, João Pessoa, Florianópolis, Curitiba, Porto Alegre, Porto Velho, Brasília, Manaus, Fortaleza, Belém. O conceito da campanha “Tem coisas que não dá para fingir que não vê. Violência sexual contra crianças e adolescentes é crime. Denuncie. A bola está com você” convoca a sociedade para uma ação conjunta que contribua para reduzir a incidência de casos de violência sexual contra este grupo, que aumenta em períodos festivos.

Nos últimos cinco anos, o aumento no número de denúncias registrado nos períodos do carnaval comprova a eficácia da campanha. Enquanto em 2006, o serviço registrava denúncias de 882 municípios, em 2010 foram registradas ligações oriundas de 4.886 cidades brasileiras. Entre maio de 2003 e dezembro de 2010 o Disque Denúncia já realizou um total de 2.556.775 atendimentos e encaminhou 145.066 denúncias de todo o país aos órgãos competentes, atendendo a 89% dos municípios brasileiros.

Hoje, a partir das 9h, haverá o evento em comemoração do aniversário de cinco anos de existência da Casa do Adolescente em Itaquaquecetuba.

A unidade oferece atendimento físico, psicológico e social de crianças e adolescentes entre os 10 e 20 anos. A parceria da prefeitura com o governo do Estado permite a participação de profissionais como psicólogos, assistentes sociais, ginecologistas, professores, entre outros para uma melhor orientação das crianças e dos adolescentes no aspecto social e pessoal.

Para quem não conhece, a unidade é fruto de uma parceria entre o executivo municipal e o governo do Estado que prevê o atendimento físico, psicológico e social às crianças e adolescentes de 10 a 20 anos.

A Casa oferece também cursos como, balé, capoeira, dança de rua, teatro, manicure, dança do ventre etc. Segundo a prefeitura, atualmente são atendidos cerca de 1,2 mil adolescentes. O objetivo do projeto é diminuir a vulnerabilidade juvenil no município. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8 às 17 horas. A Casa do Adolescente fica na avenida Emancipação, 37, no centro.

A Fundação Criança de São Bernardo do Campo (Rua Francisco Visentainer, 804, Bairro Assunção) desde 2005, criou o Serviço de Enfrentamento ao Desaparecimento de Crianças e Adolescentes que já atendeu mais de 800 casos. Este ano, do mês de janeiro até 3 de fevereiro, foram registradas 21 ocorrências em processo de andamento, e somente sete casos não solucionados.

O Projeto tem o apoio, desde 2010, da Secretaria de Direitos Humanos, com o objetivo de avaliar as práticas existentes, e propor novas ações e capacitar os profissionais do Sistema de Garantia de Direitos da Infância e Juventude sobre o desaparecimento de crianças e adolescentes. Dos atendidos pela Fundação Criança, mais de 60% são de pessoas do sexo feminino, sendo que mais da metade dos casos são relacionados à fuga do lar (violências doméstica, física e psicológica, entre outras).

De acordo com o coordenador de projetos da Fundação, André Felix Portela, 95% dos casos são resolvidos imediatamente, alguns em menos de uma semana. Após o retorno a residência, a Fundação realiza uma avaliação sobre o que motivou o desaparecimento dessas crianças ou adolescentes, oferece acompanhamento e inclusão em cursos, por meio de programas sociais da unidade ou da Rede Municipal de Assistência.
Boletim
Em caso de desaparecimento é necessário registrar o boletim de ocorrência imediatamente, na delegacia mais próxima de sua região ou por delegacia eletrônica: http://www.ssp.sp.gov.br/bo/, ter uma foto recente da criança em mãos e fornecer à autoridade policial detalhes sobre a vestimenta da criança, lugares que gosta de frequentar e comportamento. Além disso, é preciso procurar o Conselho Tutelar e a Fundação Criança(www.fundacaocrianca.org.br) , que oferece suporte psicossocial a família, além de apoio na divulgação de cartazes, divulgação em sites do Cadastro Nacional das Crianças e Adolescentes Desaparecidos.

Publicado por: DCI
Em 01/03/2011
Por: Rafael Dias e agencias

Brasília – Relatório lançado hoje (1°) pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) alerta que os conflitos armados privam 28 milhões de crianças da oportunidade de estudar. O número representa 42% do total da população em idade escolar que não têm acesso à educação.
O Relatório de Monitoramento Global de 2011 aponta que o impacto dos conflitos na educação “tem sido amplamente negligenciado”. O relatório mostra que apenas 2% do dinheiro arrecadado para ajuda humanitária é investido na área. O orçamento militar supera o da educação básica em 21 países que estão entre os mais pobres do mundo. “Se eles cortassem os gastos militares em 10%, poderiam incluir um adicional de 9,5 milhões de crianças na escola”, diz o estudo. Entre esses países estão o Paquistão, o Vietnã, o Afeganistão, Serra Leoa e a Etiópia. A Unesco defende que é necessário criar uma nova lógica de distribuição dos recursos reconhecendo a importância da educação em situações de emergência.

Diante das consequências de um conflito – mortos, destruição de estruturas físicas e dificuldades econômica – os impactos no processo educacional ficam ocultos. “Nós sabemos que a educação é um processo fundamental para o desenvolvimento de um país nessa situação. Crianças e jovens perdem meses ou anos por causa da guerra. É um dano irreparável, não só para o indivíduo, mas para a sociedade inteira que perde gerações por causa de um conflito”, aponta Paolo Fontani, coordenador de Educação da Unesco no Brasil.

Fontani já trabalhou na reconstrução de sistemas educativos de países afetados pelo problema, como a Bósnia e o Afeganistão. “A educação é um processo a longo prazo, os recursos captados se concentram mais na parte da reconstrução física que dá um sentimento de satisfação imediata. A reconstrução de estradas, hospitais, o fornecimento de água e comida, isso é muito importante. Mas perde-se de vista que a educação representa um processo fundamental de reconstrução em qualquer tipo de sociedade”, aponta.

Refugiados e populações que se deslocam dentro dos países em função dos conflitos enfrentam “grandes barreiras” para a educação. “Em 2008, apenas 69% das crianças refugiadas em idade escolar primária nos campos da Acnur [Agência das Nações Unidas para Refugiados] frequentavam a escola primária”, diz a pesquisa.

Se o Brasil está livre das guerras, Paolo alerta que a violência urbana, como a enfrentada pelas crianças em comunidades cariocas, também tem impacto na aprendizagem. Escolas fechadas por causa de tiroteios, professores que não conseguem chegar ao local de trabalho ou famílias que optam por não levar o filho à escola por questões de segurança são questões que afetam o desempenho da criança.

Além das consequências mais visíveis, Paolo ressalta que a violência também prejudica o desenvolvimento psicossocial da criança – o que impacta diretamente no desempenho escolar. “Um exemplo típico é o da criança que chega cansada à escola, que não presta atenção na aula e não se concentra. O professor pode não saber que ela mora numa comunidade que tem tiroteios à noite e ele não consegue dormir. O medo tem um impacto na vida da criança”, aponta o coordenador da Unesco.

Publicado por: Agência Brasil
Em: 01/03/2011
Por: Amanda Cieglinski

Relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) revela a realidade dos jovens no Brasil. De acordo com o documento, 38% dos adolescentes do País vivem em situação de pobreza, sendo este o grupo etário mais vulnerável ao desemprego e às inúmeras manifestações da violência. Ainda há outro dado alarmante: aumentou o número de casos de gravidez na adolescência. Em 1998, foram registrados mais de 27 mil nascimentos de mães de 10 a 14 anos. Em 2008, este número subiu para 28 mil. A maioria dessas meninas foi vítima de abuso sexual ou de exploração sexual comercial, o que as leva a abandonar a escola e a se afastar do convívio familiar. A redução do problema depende de políticas públicas mais bem orientadas e qualificadas.

Fonte: Clipping ANDI

[A notícia foi publicada nos principais jornais do País- 26 a 28/02/2011]

Itaquaquecetuba tem a segunda pior taxa de escolaridade do Estado de São Paulo, segundo dados do Índice Paulista de Responsabilidade Social (IPRS), divulgado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo e a Fundação Seade. O município atingiu pontuação 40 em uma escala de 100 no indicador de escolaridade. A cidade está em 644º lugar no ranking estadual e só perde para Potim, ocupando o 645º lugar, que atingiu 39 pontos.
Itaquá também tem a pior escolaridade se considerada apenas os municípios da Região Metropolitana de São Paulo e do Alto Tietê. No geral, seis cidades da região alcançaram ou ultrapassaram o índice do Estado, que é de 68 pontos. (veja quadro)
Segundo o estudo, estima-se que apenas 56,4% dos jovens de 15 a 17 anos concluíram o ensino fundamental em 2008. Entre os jovens de 18 a 19 anos que concluíram o ensino médio, o porcentual cai para 38,9%. A taxa de acesso de crianças de 5 a 6 anos à pré-escola é de 52,9 em uma escala de 100. No município, 90% dos jovens de 15 a 17 anos possuem pelo menos quatro anos de estudo. Mesmo com um índice baixo, o município tem apresentado crescimento na pontuação nos últimos anos. Em 2000, a taxa de escolaridade era de 26. Já em 2002 subiu para 28, chegou a 32, em 2004, 39 pontos em 2006 e agora 40 pontos em 2008.
Na região, Biritiba Mirim obteve o segundo pior desempenho. O índice alcançado no quesito escolaridade é de 55 em uma escala de 100. Cerca de 69% dos jovens de 15 a 17 anos concluíram o ensino fundamental e apenas 40% dos jovens de 18 a 19 anos terminaram o ensino médio.
Poá ocupa o primeiro lugar no ranking regional de melhor índice de escolaridade, com 76 pontos. A cidade também é a primeira da região a aparecer no ranking estadual, no 111º lugar. Mogi tem a terceira melhor taxa de escolaridade da região. A cidade recebeu pontuação 71 e possui 99,9% dos jovens de 15 a 17 anos com pelo menos quatro anos de estudo. A taxa de acesso à pré-escola, para crianças de 5 a 6 anos, é de 86,6.

Publicado por: Diário do Alto Tietê
Em: 26/02/2011
Por: Jamile Santana

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