Tag Archive: Apae


A Secretaria de Estado da Saúde liberou um total de R$ 13,2 milhões para 360 unidades entre Santas Casas, hospitais filantrópicos e Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de todo o Estado. Na região do Alto Tietê, apenas a Apae de Suzano foi beneficiada com a verba. Porém, o valor de R$ 20 mil, não poderá ser recebido devido à falta de uma Certidão Negativa de Débito (CND) referente às dívidas da instituição com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

Depois de uma intervenção de 16 anos, uma nova administração foi eleita para dirigir a entidade. Essa administração detectou uma dívida de quase R$ 1 milhão. Depois dessa descoberta a Apae chegou a suspender as atividades. Para não interromper os atendimentos aos alunos, a Prefeitura criou uma comissão para ajudar essa nova administração. Como a dívida com o INSS ainda não foi paga, a entidade permanece sem a CND, o que impede o recebimento do valor liberado pelo governo.

Impossibilitado de receber o dinheiro, o presidente da entidade, João Jurandir Simões Junior, lamentou a situação da Apae. “Como ainda não temos a certidão (CND), infelizmente não vamos ter acesso a esse auxílio do governo. Não teremos tempo de regularizar a nossa situação, o dinheiro tem um prazo para ser retirado e nós não vamos conseguir retirar o valor”. O presidente não soube dizer o prazo para que os problemas financeiros da entidade sejam resolvidos.

De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde, não há um prazo determinado para que o dinheiro seja entregue ao beneficiado. Se houver alguma pendência o dinheiro fica retido até que a situação seja regularizada.

Publicado por: Diário de Suzano
Em: 11/05/2011


Em parceria com a Secretaria de Saúde, a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) vacinou 181 alunos contra gripe em Suzano. Foram feitas ontem duas sessões de vacinação. A primeira pela manhã e segunda no início da tarde. As vacinas fazem parte da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe que vai até o dia 13 de maio. A pedido da Apae, profissionais da saúde foram até a entidade fazer a prevenção.

Além dos alunos, foram vacinados também 25 funcionários. O presidente da Apae de Suzano, João Jurandir Simões Junior, explicou como foi a ideia de aproveitar a campanha para vacinar os alunos. “Já é o quarto ano que nós vacinamos as crianças aqui na Apae. Foi feito um trabalho para preparar um local para fazer a vacinação. Nós vacinamos todos os alunos e por sermos uma unidade de saúde, todos nossos funcionários também foram imunizados”.

O presidente falou ainda da necessidade da imunização. “Algumas síndromes baixam a imunidade dos alunos. Por isso é importante tentar evitar essa doença e a vacina não tem nenhuma contra indicação”.

A Secretaria de Saúde disponibilizou as vacinas e enfermeiras para fazer a aplicação. “É muito bom vacinar. A gente previne doenças, principalmente se tratando das crianças da Apae. Nós temos um cuidado maior com eles. Os alunos apresentam maiores risco de contaminação”, explicou a auxiliar de enfermagem Maria Regina Diniz.

A campanha vacina gestantes, crianças com idade entre seis meses e dois anos, idosos e profissionais da saúde. A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe prossegue até o dia 13 de maio.

Publicado por: Diário de Suzano
Em: 05/05/2011

Os alunos da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Suzano estão sem aula. A entidade pretende regularizar até o fim deste mês uma dívida atual de R$ 800 mil com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

A primeira paralisação da unidade atinge mais de 140 jovens atendidos pelos serviços pedagógicos da unidade. Caso o problema não seja solucionado durante o prazo estipulado, a suspensão das aulas podem se prolongar ainda mais. Pelo menos foi o que garantiu o presidente da unidade, João Jurandir Simões Júnior, ontem, em reunião com os pais de alunos e funcionários da Apae.

Segundo o presidente, o débito da entidade corresponde ao acumulo de mais de 16 anos. “Precisamos paralisar as atividades pedagógicas para negociarmos o abatimento dos juros e a quebra das multas correspondente à dívida”, explicou. Atualmente a entidade está impossibilitada de firmar qualquer convênio, pois não possui a Certidão Negativa de Débitos (CND).

O problema enfrentado pela Apae pode aumentar ainda mais nos próximos meses. A Secretaria Municipal de Saúde tem convênio firmado com a unidade até o próximo semestre. O contrato garante R$ 7,8 mil mensais, mas sem a CND não será possível realizar a renovação da parceria.

O encontro também teve a participação da ex-administradora da unidade, Wilma Valente Oliveira. Na ocasião ela aproveitou para esclarecer o andamento da dívida durante sua intervenção. “O INSS executou em 1999 a Apae por não ter pagado a parte patronal por dez anos. Mas a Apae não tinha como pagar. Brigamos na Justiça e estamos até hoje buscando solução. Hoje, estamos com um agravo no Tribunal Regional Federal e aguardamos resposta, enquanto isso não acontece a dívida vai aumentando”, apontou Wilma.

A diretoria da Apae decidiu suspender as aulas para tentar estagnar o valor da dívida. “Estou sendo criterioso para não fazer o parcelamento do débito e não honrar depois. Precisamos tornar pagável, pois enquanto a gente não conseguir a renovação dos convênios as atividades estão suspensas”, finalizou Simões Júnior.

Publicado por: Diário de Suzano
Em: 12/04/2011


Com uma dívida calculada em R$ 800 mil com o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) de Suzano poderá fechar as portas. De acordo com o presidente da entidade, João Jurandir Simões Junior, as atividades ficarão suspensas por 15 dias a partir desta segunda-feira. Neste período, a diretoria tentará negociar a dívida e procurar parceiros para resolver a situação da unidade. Atualmente 180 jovens são atendidos pela Apae.

Segundo Simões, uma série de fatores levou a instituição a acumular uma dívida tão grande nos últimos anos. “Aconteceram uma sequência de fatos. Tem o motivo que levou a Apae até a intervenção, a própria intervenção que não foi bem conduzida nos últimos 16 anos. Quando começou, a divida era pagável, mas agora está em torno de R$ 800 mil”, comentou. “Por isso vamos entrar com algumas ações judiciais para ver se conseguimos um abatimento ou acordo do valor. Nós assumimos a diretoria em janeiro deste ano já com esta situação”.

Nesta segunda-feira a diretoria se reunirá às 10 horas para explicar a situação aos funcionários e usuários da Apae. “Nós estamos com os salários atrasados em dois meses. O convênio que tínhamos com a Prefeitura terminou em 23 de fevereiro e não conseguimos renovar”, revelou Simões. “A legislação determina que para a Prefeitura firmar qualquer convenio, a entidade beneficiada tem que apresentar uma série de documentos, como a certidão negativa de débito com o INSS, mas nós não temos esta documentação, e por isso o convênio não pode ser renovado”.

Questionado sobre as medidas que adotaria para tentar, resolver a situação, o presidente revelou que espera contar com a ajuda da comunidade. “O primeiro passo será negociar a dívida, tentar abater parte do valor e quitar o restante”, afirmou. “Mas nós ainda não sabemos como a dívida chegou a este ponto. Então, se tiver advogados, contadores, pessoas que possam doar seu tempo para nos ajudar seria necessário. Existe um grande risco de termos que fechar as portas, então temos que buscar soluções e responsabilizar os culpados”.

Intervenção
O DS procurou a ex-administradora da Apae, Wilma Valente Oliveira, para solicitar informações, mas ela não retornou às ligações até o fechamento desta edição.Segundo Simões, a diretoria da Apae recebeu ontem assessores do deputado estadual Estevam Galvão (DEM), que teria se comprometido a ajudar. “Ele se propôs a marcar uma audiência com o procurador do INSS e colocou à disposição advogados de sua assessoria. Se mostrou interessado em levantar o total ou parte do dinheiro. Vai fazer uma campanha para solicitar recursos junto ao Lions Clube, Rotary Club e Maçonaria”

Publicado por: Diário de Suzano
Em: 09/04/2011

A principal razão para a criação da unidade mogiana da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais – Apae, Ney Marcos Strazzi, hoje com mais de 40 anos, estava radiante com a animação da festa de aniversário dos 42 anos da instituição.

Filho do fundador Ricardo Strazzi, o jovem desempenha atualmente um importante papel de intermediação entre a diretoria e os mais de 500 alunos da unidade. Símbolo da importância do trabalho da entidade, Ney, como é conhecido pelos colegas, é o principal exemplo de que é possível sociabilizar os frequentadores da unidade.

Marcado por um culto ecumênico com religiosos, políticos e convidados, mais de 200 pessoas ouviram as palavras de representantes de igrejas evangélicas, católicas e da Seicho-no-ie. Ao final das pregações, teve bolo, refrigerante e o famoso “parabéns a você” para festejar a data.

“Acho esta festa muito legal. Tudo está bonito e se não fosse a ajuda dos funcionários não conseguiríamos realizar um evento deste”, disse Nei.

Referência no Alto Tietê na prestação de serviços como os da Clínica de Audiometria, e inovadora na implantação de técnicas terapêuticas, como a equoterapia, a instituição é motivo de orgulho para quem trabalha como funcionário ou voluntário.

“A forma como o Ricardo Strazzi conduziu geniosamente esta entidade por mais de 30 anos transformou a Apae de Mogi em uma referência. Hoje ao vermos o filho do Strazzi completamente sociabilizado e dedicando boa parte do seu dia ao trabalho na instituição mostra que realmente tudo isso é possível”, destacou Mario Julio, um dos diretores da unidade.

O presidente da Apae, Alfredo Casella Junior, destacou a atuação da unidade na Cidade e Região. “Fico bastante honrado em fazer parte desta história. Juntamente com o meu grande amigo Ricardo, há 30 anos, convivo neste ambiente e já perdi as contas do número de crianças que acompanhei a reabilitação. O sorriso delas é, sem dúvida, a maior recompensa”, declarou.

A sede localizada na região central conta com seis mil metros quadrados de área construída onde são feitos os atendimentos em salas de aula, de terapia, piscina, oficinas, cozinha experimental, clínica e a área livre utilizada para atividades diversas. Já na sede rural, localizada na Vila Moraes, o espaço de 15 mil metros quadrados conta com espaços para atividades de jardinagem, cultura de hortaliças e a equoterapia. “A terapia com cavalos ou equoterapia possibilita ao aluno aprender o sentido de equilíbrio e a coordenação motora dos alunos”, destacou Casella.

Publicado por: O Diário de Mogi
Em: 26/03/2011

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