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Um levantamento feito pela Agência Atitude revela que 28% das escolas da rede municipal de ensino de Poá não têm banda larga. Os dados revelam o quanto ainda será preciso avançar em matéria de uso da tecnologia para que alunos e professores possam aproveitar dos benefícios oferecidos pela internet de alta velocidade. O programa federal “Banda Larga nas Escolas” (PBLE), lançado em 2008 tem como meta dotar as unidades escolares urbanas que vierem a surgir com esta tecnologia sem custos até 2025.

O percentual de 28% pode ser considerado alto se levado em consideração dois resultados recém obtidos pelo governo federal. Em fevereiro deste ano, o Ministério da Educação (MEC) identificou que em todo o país, 91% das escolas públicas urbanas já dispunham de conexão gratuita à internet por meio do programa e  São Paulo é o estado com o maior número de instituições que já dispunham de banda larga: 7.099 unidades. A meta era que o projeto atendesse todas as 62.864 escolas brasileiras até o final deste ano.

Para chegar a este índice, o levantamento levou em consideração o Censo Escolar de 2011 para identificar as escolas que integram a rede municipal de ensino, sendo elas, creche, educação infantil e fundamental. Em Poá, a política educacional vigente padronizou os dois últimos níveis em apenas um: educação básica. Além disso, houve o cruzamento de dados do Relatório de Atendimento do PBLE feito pelo MEC e disponível no site do Ministério.

Lista
As escolas e creches que não têm conexão em alta velocidade são: Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Antonia Obesso Rosal e Débora Pereira, no Conjunto Alvorada, Emeb Arcelino Alexandre de Aquino, na Vila Áurea, Emeb Benfeitor Orlando da Costa Aliança, em Calmon Viana, Emeb Profª Carmem Silvia Marques Santos e Marcio Gomes, no Centro, Creche Profª Denise Jovelina de Oliveira Santos, na Vila Varela, Emeb Flavia Ganeo, no Jardim Amélia, Emeb Giovani Vitório Deliberato e Creche Mariana Gramani Leporace, na Vila Açoreana, Emeb Julia Monteiro Garcia, no Jardim América, Emeb Maria do Carmo Alves, na Vila Jaú, Emeb Neusa Gomes Pereira, no Jardim Nova Poá e Emeb Profª Thereza Felippe, no Jardim Medina. Para saber quais são as escolas que tem banda larga, basta acessar este link personalizado pela Agência Atitude. O MEC incluiu na listagem algumas unidades da rede estadual e que estão sendo municipalizadas. Para saber mais sobre o PBLE, clique aqui.

Outro lado
Procurado pela reportagem, a Secretaria Municipal de Educação informou em nota pela assessoria de imprensa que de fato estas escolas não contam com o Programa Banda Larga nas Escolas do governo federal e informou não saber o motivo, pois desconhece o funcionamento do programa. Questionado sobre quando estas unidades terão banda larga, a pasta afirmou que não sabe como o MEC seleciona as escolas para receber este benefício.

Foto meramente ilustrativa

O governo do Estado de São Paulo foi condenado a pagar uma indenização de R$ 54 mil por ato de racismo dentro de uma escola estadual. Por motivos de se evitar uma discriminação ainda maior não será divulgado a escola, nem o nome da aluna lesada.

De acordo com a ação por danos morais, movida pela advogada Maria da Penha Guimarães, uma unidade de ensino distribuiu material pedagógico com conteúdo discriminatório. Segundo os autos, a professora, “a pretexto de desenvolver a criatividade de seus alunos da 2ª série do ensino fundamental”, distribuiu o seguinte material:

“Redação 8

Uma família diferente

A família lá no céu

Era uma vez uma família que existia lá no céu.

O pai era o sol, a mãe era a lua e os filhinhos eram as estrelas. Os avós eram os cometas e o irmão mais velho era o planeta terra.

Um dia apareceu um demônio que era o buraco negro.

O sol e as estrelinhas pegaram o buraco negro e bateram, bateram nele.

O buraco negro foi embora e a família viveu feliz.

“Criação de texto

Assim como André, invente uma família diferente.

Conte:

a) quais são os membros dessa família;

b) onde ela vive;

c) como ela vive.

1. Desenhe a família diferente que você inventou.

2. Escreva um texto dizendo como é a família diferente. Invente um título.” (fl. 17).

 

Uma das alunas respondeu ao exercício desta forma:

 

“UMA FAMÍLIA COLORIDA

Era uma vez uma família colorida. A mãe era a vermelha, o pai era o azul e os filhinhos eram o rosa.

Havia um homem mau que era o preto.

Um dia, o preto decidiu ir lá na casa colorida.

Quando chegou lá, ele tentou roubar os rosinhas, mas aí apareceu o poderoso azul e chamou a família inteira para ajudar a bater no preto.

O preto disse:

— Não me batam, eu juro que nunca mais vou me atrever a colocar os pés aqui. Eu juro.

E assim o azul soltou o preto e a família viveu feliz para sempre.

 

O exercício foi avaliado como “claramente discriminatório, agressivo e depreciativo da raça negra” e provocou “dor moral imensa” no filho, estudante da turma, e em seus pais. Saiba mais no portal Geledés.


Os pais de um estudante de apenas 10 anos denunciam que a criança sofre bullying dos alunos mais velhos na Escola Estadual Doutor Rubens Mercadante de Lima, em César de Souza. Desde o início do ano letivo, o garoto já foi agredido duas vezes de forma grave. Na última, bateu a cabeça depois de ser empurrado.

O menino se recusa a ir para a escola com medo de novos atos de violência. Os pais comunicaram o caso à direção da escola e à Diretoria Regional de Ensino, mas nenhuma providência foi tomada. As agressões ocorrem dentro do banheiro.

A mãe da vítima, Elaine Cristina de Oliveira, 29 anos, disse que o filho estudou durante os últimos anos em uma escola municipal e em 2011, quando passou para a 5ª série, foi transferido à instituição de ensino que iria se transformar no palco de mais um caso de bullying. “Ele estranhou a mudança, mas como alguns amigos dele também foram para lá, não nos preocupamos com a adaptação, até os problemas começarem”, disse.

As mudanças no comportamento do estudante foram os princípios indícios de que algo estava errado. “Ele passou a reclamar das brincadeiras que aconteciam no banheiro. Dias depois apareceram as primeiras lesões no peito”, disse a mãe. Os ferimentos tiveram origem porque os alunos da 7ª série, mais velhos que a vítima, apertavam o peito do aluno, imitando os personagens do programa Pânico na TV, da Rede TV!.

Com o aparecimento dos machucados, que tiveram como saldo uma grave inflamação, os pais procuraram a diretoria da escola. “Conversamos com eles e a promessa foi que o caso seria analisado e os agressores repreendidos, porém, os dias passaram e meu filho continuou sendo alvo dessas brincadeiras violentas”, lembrou Elaine.

A segunda agressão grave, o empurrão e a lesão na cabeça, levaram os pais a procurarem a Diretoria de Ensino. “Fomos pedir a transferência para qualquer escola da cidade e a resposta foi que não havia vaga”, contou a mãe da vítima. A situação preocupa os pais do aluno, que passaram a monitorá-lo ainda mais. “O medo de ir para escola é constante, porque as brincadeiras no banheiro continuam. Orientamos para ele ficar sempre próximo de um professor ou funcionário da escola e tentamos convencê-lo a ir às aulas, porém, não é fácil”, descreveu Elaine. Ela contou que mesmo com os problemas, as notas do garoto continuam altas.

A Secretaria de Estado da Educação informou que a direção da escola por diversas vezes tentou reunir-se com os responsáveis, porém, somente na última quinta-feira foi procurada pelo pai do estudante. Após relatar o ocorrido, ele solicitou a transferência. Enquanto a direção providenciava, o pai desistiu do pedido. Uma equipe da diretoria regional enviará na próxima segunda-feira um supervisor até a escola a fim de reunir-se com os alunos envolvidos e funcionários para apurar o caso e tomar providências.

Discussão
Dois eventos nesta semana discutirão as causas e as consequências do bullying. O primeiro ocorrerá na próxima terça-feira, às 9 horas, no auditório da sede da Associação Comercial de Mogi das Cruzes (ACMC). O orientador pedagógico e mestre em Educação David Hornblasexplicará o que é o termo, o histórico de violência, a origem do comportamento dos violentos, entre outros assuntos. A iniciativa terá como público-alvo mantenedores e educadores da cidade e integra o Programa Empreender.

No dia 12, às 19 horas, a Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) receberá professores e outras autoridades para um debate sobre o “Bullying – assédio moral escolar: visão jurídica e pedagógica”, no Teatro Manoel Bezerra de Melo. O evento é gratuito e voltado aos professores da rede pública, advogados, promotores, juízes e acadêmicos.

Entre os participantes estará o professor de direito da UMC, Vitor Monacelli Fachinetti Junior. “Teremos uma discussão geral sobre a questão”, resumiu. “Hoje, o termo está sendo banalizado, um exemplo claro foi aquele senador que tomou o gravador do repórter e depois disse que estava sendo vítima de bullying da Imprensa”, disse o professor, se referindo ao senador Roberto Requião (PMDB-PR), que arrancou o gravador das mãos de um repórter da Rádio Bandeirantes depois de demonstrar contrariedade com uma pergunta sobre a aposentadoria que recebe como ex-governador do Paraná.

Publicado por: Mogi News
Em: 08/05/2011
Por: Cleber Lazo

O Residencial Parque Itapeti surgiu como um pequeno loteamento, nos anos 90, e acabou crescendo nos últimos anos. A população é de cerca de 2,5 mil pessoas. Os moradores enfrentam algumas dificuldades estruturais e pedem melhorias na manutenção das ruas, a instalação de uma creche e uma escola no bairro. A falta de um lugar de recreação, a dificuldade de agendar consultas médicas e o lixo são outras questões levantadas por eles.

O asfalto chegou apenas à rua Benedito Alves dos Anjos, que é a principal via do residencial. O Mogi News e a Rádio Metropolitana foram ao local para ouvir as pessoas sobre as dificuldades e benefícios de morar no bairro.

A principal dificuldade levantada pelas pessoas é a falta de uma escola que seja mais próxima. “Estão faltando escola e creche. Aqui tem bastante crianças”, contou a pensionista Creuza Maria da Silva, 44 anos. As crianças têm de se deslocar até o Jardim Araci, onde fica a escola mais próxima. Para isso, é preciso atravessar a rodovia Mogi-Dutra (SP-88). As crianças do bairro não têm ainda um lugar adequado para poder brincar. Elas aproveitam para jogar bola em um campo de terra batida improvisado com traves de madeira. “Devia ter uma praça por aqui. Tenho quatro netos e quando quero levá-los ao parque tenho de ir ao Parque Leon Feffer, mas fica longe”, explicou a doméstica Sonia Gonçalves de Souza, 46.

O comerciante José Gonçalves de Freitas, 56, afirma que as ruas do local estão com buracos e é difícil trafegar por elas. “A rua está com bastante buraco e suja. Não tem condições de entrar com o carro”. Ele acredita que o bairro precisa de uma passarela entre a rua José Benedito dos Anjos e a estrada do Pavan. “As crianças ficam sem condições de atravessar. Temos bastante problemas com isso, pois muitas pessoas já foram atropeladas”, acrescentou.

Outra reclamação dos moradores é com relação a dificuldade de conseguir agendar consultas médicas. “Demora de dois a três meses para conseguir passar no médico”, contou a ajudante geral Maria Lourdes Batista Goulart, 52. A população tem que se dirigir ao Posto de Saúde da Ponte Grande para passar por atendimentos médicos.

A costureira Maria Alves Permino, 57, contou que foi a primeira moradora do bairro e acrescentou que nos 29 anos que mora no Itapeti muita coisa mudou. “Era para ser um condomínio. Aqui não tinha água nem luz. Tínhamos que encher a caixa da água com a água da bica. Agora, temos água encanada e energia”. Ela contou que os moradores estão sendo beneficiados ainda por um novo sistema de esgoto.

A doméstica Maria Ani Vieira da Silva, 54, gosta de viver no bairro por causa do “sossego”. “O ar é puro e é muito bom abrir a janela e ver uma paisagem dessas”, ressaltou.

Obras
A obra de acesso para o Jardim Araci na Mogi-Dutra, que causa alguns transtornos aos moradores do Itapeti que precisam utilizar a rodovia, deve ser entregue em agosto. Foram investidos R$ 4,9 milhões na obra, que teve início em novembro de 2009. Atualmente, 90% do muro de contenção do talude da avenida Benedito Pereira de Faria e 90% do viaduto da passagem inferior foram concluídos. Faltam ainda a conclusão de serviços de terraplenagem, drenagem, pavimentação, sinalização e acabamentos em geral.

Publicado por: Mogi News
Em: 02/04/2011
Por: Luana Nogueira

Moradores do Conjunto Jefferson da Silva, no Distrito de César de Souza, temem o fechamento da Escola Estadual Padre Bernardo Murphy. O receio surgiu por conta da ausência de professores, o que tem obrigado a instituição a encaminhar os estudantes para suas casas antes do horário de saída. Brigas entre alunos e até entre o corpo docente e pais, além do número cada vez menor de estudantes, aumentam ainda mais a angústia vivida pelas famílias.

A unidade, inclusive, foi classificada, segundo os dados do Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo 2010 (Idesp), como a sétima pior em todo o Estado.

“Este rumor tomou conta do bairro. Todos os pais de alunos estão comentando e realmente preocupados com o fechamento da escola. Afinal, se isso acontecer, não sei onde as crianças passarão a estudar. Elas terão que se deslocar, por meio de transporte coletivo, que já é precário aqui, para frequentar escolas extremamente longes. Não tem condições”, conta a dona de casa Wilma Aparecida da Silva, que tem dois netos na unidade de ensino.

Mãe de um aluno do 6º ano do Ensino Fundamental, a dona de casa Renata Cristina Cristovam Leite, 28 anos, conta que a escola tem enfrentado constantes brigas, que fortaleceram os rumores do fechamento da unidade. “Além das verdadeiras lutas entre alunos, professores e pessoas da própria diretoria têm discutido com alguns pais. O que se comenta é que ficou insustentável dar continuidade à escola. Apesar disso, a instituição nada confirma. Recentemente, houve reunião e não falaram nada sobre isso”, descreve.

Ela acrescenta ainda que algumas séries estão com número reduzido de alunos, principalmente no Ensino Médio. “Soube que no 3º colegial existem apenas três alunos. A escola não vai aguentar por muito tempo nestas condições, mas a tendência é de que o número seja cada vez menor, já que os professores não querem trabalhar ali e os que fazem parte do quadro faltam com frequência”, reforça.

Já a dona de casa Isabel Cristina da Silva, 27 anos, conta que raramente os filhos retornam para casa no horário certo de saída. “Tenho duas crianças na escola, sendo uma no 5º ano e outra no 6º ano do Ensino Fundamental. Elas estudam no período da tarde, das 13 horas às 18h20. Neste ano, porém, foram poucas as vezes em que saíram neste último horário. Como não tem professor, são liberadas até duas horas antes”, conta.

A informação também foi confirmada por uma aluna do local, de 11 anos, que preferiu não se identificar. “Há muitas matérias que não tem professor. Ou se tem, não apareceram neste ano. Então, quando não há ninguém para substituir, a escola nos libera mais cedo, o que acontece sempre. Quase todos os dias chego em casa antes das 16 horas”, conta ela, que cursa o 6º ano.

Os problemas relatados na unidade refletem uma verdadeira contradição no campo educacional do Bairro, quando comparado com a situação em que se encontra a Escola Municipal Professora Etelvina Cáfaro Salustiano. No ano passado, a instituição, que atende o Ensino Fundamental I (1ª a 4ª série), foi utilizada como referência pelo Ministério da Educação (MEC) por conta do atual modelo de ensino em tempo integral.

Uma professora mogiana, que já trabalhou na escola estadual do Conjunto Jefferson, conta que os problemas, de fato, acontecem na unidade, apesar de desconhecer a informação do fechamento do prédio. “O problema é que muitos educadores faltam com frequência. Até o ano passado, havia apenas um eventual para substituir todos os que faltavam. Então, diversas classes acabavam ficando sem aula. Quando isso acontecia no meio da grade curricular, os estudantes aguardavam no pátio ou na quadra até a próxima aula. Caso contrário, eles realmente são dispensados mais cedo”, relata.

De acordo com ela, a escola possui apenas uma sala para cada série. “Só os primeiros anos têm grande número de alunos. Em 2010, a oitava série (9º ano), contava apenas com 10 alunos. No Ensino Médio, a lista é ainda menor. Isso acontece porque estes estudantes, que já são mais velhos, conseguem se deslocar sozinhos mais facilmente e acabam procurando escolas melhores, como o Senai. Muitos também trabalham durante o dia e estudam no período noturno em instituições de outros bairros”, pontua.

Publicado por: O Diário de Mogi
Em: 06/04/2011
Por: Priscila Ribeiro

Um estudante de 14 anos foi agredido com golpes de corrente em frente à Escola Estadual Historiador Isaac Grimberg, no Jardim Santa Tereza, na manhã de ontem, em Mogi das Cruzes. O autor dos golpes é um aluno de 13 anos. A briga foi denunciada à polícia pela diretora. A vítima sofreu ferimentos leves.

A escola fica na rua Fernando Namura. Segundo o DAT apurou, horas antes de irem ao colégio, os dois estudantes haviam se desentendido. O garoto de 13 anos, então, foi para casa, pegou uma corrente e seguiu o aluno até a unidade de ensino. Já em frente à escola, a dupla tornou a se desentender e o mais novo passou a agredir o mais velho com golpes de corrente nas costas e cabeça.

Ao ser informada sobre a briga, a diretora Marina da Rocha acionou a Polícia Militar (PM). O aluno agredido foi encaminhado ao Hospital Luzia de Pinho Melo, onde ficou internado em observação.

O estudante de 13 anos foi levado para o 2° DP, em Brás Cubas, onde confirmou ter agredido o outro aluno. Ele foi entregue aos pais, que tiveram que se comprometer em apresentá-lo à Vara da Infância e Juventude. O caso foi registrado como ato infracional.

Mais agressão
Um dia antes, uma criança de 11 anos por pouco não foi linchada em frente à Escola Estadual Professor Ilson Gomes, no Jardim Ivete. A vítima contou na delegacia que, na quarta-feira, foi agredida por uma aluna com chutes e socos dentro da escola. A agressora teria prometido nova pancadaria no dia seguinte, mas a agressão só não ocorreu, porque os irmãos foram buscar a criança.

Publicado por: Diário do Alto Tietê
Em: 05/03/2011
Por: Deize Batinga

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