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Desde o dia 7 de maio em estado de greve, funcionários da Fundação Casa farão uma assembleia no próximo sábado para definir a paralisação dos serviços. De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Entidades de Assistência e Educação à Criança, ao Adolescente e a Família do Estado de São Paulo (Sitraemfa), a fundação não apresentou nenhuma resposta ou contraproposta aos trabalhadores. Unidades da região serão afetadas, caso haja a greve.

Os funcionários têm 55 reivindicações. Destacam-se 20% de reajuste salarial, segurança no local de trabalho, contratação de servidores e igualdade salarial em todo o Estado. O presidente da Sitraemfa, Julio Alves, falou das decisões que o sindicado já tem definidas. “Caso até sexta-feira não haja um contato, proposta ou negociação, a decisão de parar está tomada. Na assembleia de sábado vamos discutir como faremos as paralisações. Os funcionários estão aderindo à greve, isso pode gerar uma parada de até 60%. Está definido que, se realmente houver a parada, ela começa no dia 1º de junho”.

Como alguns serviços não podem parar totalmente, a assembleia vai servir para organizar a greve. “Os agentes socioeducacionais que tratam direto com os menores não podem ter um número alto de paralisação. A parte operacional é que terá mais trabalhadores parando os serviços”, afirmou o presidente.

A Fundação Casa, em nota, informou que está fechando com o governo do Estado de São Paulo uma proposta técnica para apresentar ao sindicato e tentar chegar a um acordo a fim de evitar a paralisação dos funcionários.

As cinco unidades da região, que estão instaladas em Arujá, Ferraz de Vasconcelos e Itaquaquecetuba, também participarão da paralisação, caso ela seja iniciada.

Publicado por: Diário de Suzano
Em: 26/05/2011


A insatisfação dos funcionários do Centro Paula Souza com o porcentual de 11% reajuste salarial apresentado pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB) essa semana paralisou as Faculdades de Tecnologia (Fatecs) de Mogi das Cruzes e Itaquaquecetuba. As Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) da região, por sua vez, não aderiram à paralisação. Mais de 500 trabalhadores das Etecs e das Fatecs participaram ontem do lançamento oficial da greve, na capital. A ação deve perdurar nos próximos dias.

De acordo com a secretária-geral do Sindicato dos Trabalhadores do Centro Paula Souza (Sinteps), Sílvia Elena de Lima, todos os manifestantes chegaram ao consenso de que vão manter a greve. “Faremos uma caminhada no próximo dia 20, no bairro Bela Vista. Vamos também nos reunir na Secretaria Estadual de Desenvolvimento, Ciência e Tecnologia”, afirmou.

Procurada pela reportagem do DAT, o Centro Paula Souza informou, por meio da assessoria de Imprensa que um levantamento feito com todas as Etecs e Fatecs foi feito e apontou que das 214 escolas que responderam à consulta até o momento, 86% informaram que não vão aderir à paralisação e 4% responderam que em sua unidade a adesão será parcial.

O sindicato quer que o salário seja reajustado em 58,9% para os docentes e 71,79% para os servidores técnico-administrativos. A proposta feita pelo governo do Estado, no entanto, passará a vigorar a partir de 1º de julho.

Publicado por: Diário do Alto Tietê
Em: 14/05/2011
Por: Ariane Noronha

Mesmo após o governo estadual ter anunciado ontem reajuste de 11% no salário dos servidores do Centro Paula Souza (Sinteps), funcionários das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) e Faculdades de Tecnologia (Fatecs) vão dar início a greve hoje, conforme o DAT informou ontem. Trabalhadores não concordaram com o porcentual apresentado e farão um ato público às 14 horas, no campus da Fatec de São Paulo. A ação deve reunir 300 pessoas.

Segundo a secretária-geral do Sinteps, Sílvia Elena de Lima, o ato será mantido e os trabalhadores vão decidir se vão manter a greve ou não. “É muito pouco. Com 11% de reajuste, o salário vai continuar o mesmo”, afirmou ela. “Pelo que tudo indica, a greve deverá ser mantida para os próximos dias também”, acrescenta. O sindicato quer que o salário seja reajustado em 58,9% para os docentes e 71,79% para os servidores técnico-administrativos.

A proposta feita pelo governo do Estado será submetida à Assembleia Legislativa e deverá alterar o salário de mais de 17 mil profissionais de Etecs, Fatecs e servidores administrativos da instituição. Com o reajuste, que passa a vigorar a partir de 1º de julho, o salário inicial para jornada de 40 horas passa de R$ 2 mil para R$ 2.220,00 para os professores que lecionam nas Etecs , e de R$ 3.600,00 para R$ 3.996,00 para os docentes das Fatecs.

Publicado por: Diário do Alto Tietê
Em: 13/05/2011
Por: Ariane Noronha


As Faculdades de Tecnologia (Fatecs) e as Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) vão entrar em greve a partir de amanhã como forma de reivindicar melhorias à classe de trabalhadores. Ao todo, serão 96 Fatecs e Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) de São Paulo que vão participar do movimento. A confirmação veio do Sindicato dos Trabalhadores do Centro Paula Souza, que informou que mais de 60% das instituições do Estado foram favoráveis à ação e apontaram grande indignação com relação ao piso salarial e as condições atuais de trabalho.

De acordo com a secretária-geral do Sindicato dos Trabalhadores, Sílvia Elena de Lima, a categoria quer reajuste salarial, que, segundo ela, está defasado desde 2005. O valor de reajuste solicitado é de 58,9% para os docentes e 71,79% para os servidores técnico-administrativos. “Não estamos com evasão de alunos nas escolas, mas de professores e funcionários que não permanecem nas instituições por causa do salário baixo. O vale-refeição, por exemplo, é de R$ 4 por dia e, mesmo assim, alguns não têm o direito”, disse a dirigente sindical. Segundo Sílvia, o governo foi informado sobre a pauta de reivindicações para os trabalhadores porém, não houve posicionamento.

“O governo não havia dado sinal nenhum de melhora, aí, coincidentemente, agora divulgaram que vão anunciar reajuste na sexta-feira, no dia em que a greve for feita”, disse a secretária-geral do sindicato, que completou ainda que, a primeira coisa que fizeram antes de anunciar a greve, foi negociar o aumento. “A gente protocolou um pedido de reajuste no Centro Paula Souza em março e até então ninguém se posicionou”, completou ela.

Outro lado
A assessoria de comunicação do Centro Paula Souza, por sua vez, informou que o governador Geraldo Alckmin (PSDB) deverá anunciar hoje o reajuste salarial dos professores e servidores da instituição. Além disso, a assessoria ressalta que está prevista para este ano a aplicação da progressão funcional que tem por objetivo beneficiar os funcionários que apresentarem bom desempenho na carreira.

Publicado por: Diário do Alto Tietê
Em: 12/05/2011
Por: Ariane Noronha

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