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Conforme estudo encomendado pelo Governo do Estado ao Ibope, o consumo de álcool por adolescentes começa por volta dos 13, 14 anos, tornando-se mais frequente a partir dos 16 anos, quando os jovens passam a ir a casas noturnas, festas e até mesmo quando entram na faculdade. Além disso, a pesquisa aponta que eles preferem consumir bebidas alcoólicas de efeito mais rápido e com preços mais acessíveis.

No que se refere ao uso e dependência de álcool, a pesquisa mostra que a faixa etária que apresenta maior dependência é entre os 18 e 24 anos, seguida da dos 25 aos 34. E isso vale tanto para o sexo masculino, quanto para o feminino, o que leva a concluir-se que o consumo precoce do álcool por adolescente e crianças leva a tal situação.

Em contraponto, a pesquisa também revela que 66% dos adolescentes brasileiros afirmam não ingerir bebidas alcoólicas, enquanto 35% dizem consumir álcool pelo menos uma vez ao ano. As bebidas mais consumidas entre os pesquisados são cerveja, vinho e destilados. Aproximadamente metade das doses consumidas é de cerveja ou chopp.

No estado de São Paulo, o estudo revela que 18% dos adolescentes entre 12 e 17 anos bebe regularmente e que quatro entre dez menores compram livremente bebidas alcoólicas no comércio.

A pesquisa domiciliar foi realizada no estado de São Paulo com três públicos, em maio de 2011, entre eles: população com 18 anos ou mais, adolescentes de 12 a 17 anos e pais de adolescentes de 12 a 17 anos. Também foi realizada discussão em 14 grupos de pais e adolescentes, de 12 a 14 anos e de 15 a 17 anos, das classes A, B, C e D; e também com donos de bares, casas noturnas e quiosques de praia.

Fonte: Saúde em Pauta

O número de homicídios em Itaquaquecetuba cresceu 25% em 2008 em relação ao ano anterior segundo o Mapa da Violência, divulgado ontem pelo Ministério da Justiça e elaborado pelo Instituto Sangari. A taxa de assassinatos em 2008 chegou a 29 vítimas a cada 100 mil habitantes. Este índice de homicídio rendeu a 17ª colocação no ranking dos municípios mais violentos do Estado. Suzano também possui altos índices: os homicídios cresceram 7% em relação a 2007 e a cidade ocupa a 30ª posição na listagem estadual. Mesmo assim, a cidade conseguiu ser excluída do ranking nacional dos cem mais violentos. Em 2007, a cidade ocupava o primeiro lugar, com taxa de homicídios de 88,4 a cada 100 mil habitantes. Em 2008, este número caiu para 24,7 a cada 100 mil pessoas.
No levantamento que leva em consideração a taxa de homicídios até os 19 anos, Suzano também conseguiu descer nove posições. Em 2007, a taxa de assassinatos contra jovens era de 48,6 a cada 100 mil habitantes jovens, o que rendia o 27º lugar no estadual. Em 2008, a cidade teve média de 33,5 assassinatos a cada 100 mil habitantes nesta faixa etária, a 36ª posição no Estado e a 304ª no País.

Itaquá pelos dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) possui 351,5 mil habitantes. Em 2007, foram registrados 81 homicídios, número que pulou para 102 em 2008. Suzano registrou 64 homicídios em 2007 e 69 em 2008.
Ferraz de Vasconcelos ocupa o 36º lugar entre as mais violentos do Estado. O número de homicídios cresceu 178% entre 2007 e 2008. A taxa de homicídio a cada 100 mil é de 22,2 casos. Arujá vem em seguida com 19 a cada 100 mil habitantes, e ocupa o 53º lugar no ranking estadual.

Publicado por: Diário do Alto Tietê
Em: 25/02/2011
Por Jamile Santana

Mogi das Cruzes é a 23ª cidade do País que mais mata jovens no trânsito, segundo o relatório do Mapa da Violência, divulgado ontem pelo Ministério da Justiça e pelo Instituto Sangari. O ranking nacional leva em conta a taxa de mortalidade no trânsito em relação ao número de habitantes e a média de óbitos envolvendo jovens de 15 a 24 anos. Mogi obteve um índice, em 2008, de 64,9 mortes a cada 100 mil habitantes jovens. A cidade é a única no Alto Tietê a aparecer no ranking nacional das cem maiores taxas de mortalidade por acidente de transporte (que incluem veículos, trens, aviões e navios). A cidade também é a única da região a aparecer no ranking nacional dos cem municípios com maior taxa de suicídio entre os jovens. Mogi está na 95ª posição, com uma taxa de 9,4 jovens suicidas a cada 100 mil.

Segundo especialistas, as rodovias da região, e a vida noturna em bares e restaurantes pode ser uma das causas que elevaram os índices de mortes na cidade. O próprio instituto também aponta como possível causa da elevação dos índices, a existência de rodovias perigosas.

Publicado no Diário do Alto Tietê
em 25/02/2011
por Jamile Santana

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